quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Parabéns e crítica à CPAD !

     Como professor de Escola Bíblica Dominical há mais de treze anos, professor de ensino teológico e, é claro, estudante assíduo e colecionador das revistas Lições Bíblicas, quero neste pequeno artigo dirigir uma crítica e uma parabenização à CPAD - a Casa Publicadora das Assembleias de Deus - justamente em relação às revistas Lições Bíblicas que são o nosso periódico assembleiano para a Escola Bíblica Dominical.
     
     A minha crítica parte em três direções: 1ª) a repetição excessiva e enfadonha de temas trimestrais e, 2ª) a falta de atratividade das lições, algumas vezes repetitivas até mesmo num mesmo trimestre e, 3ª) a permanência contínua dos mesmos teólogos como comentaristas das Lições Bíblicas - não que eu não aprecie esses teólogos; acredito que são homens de Deus, um grupo seleto, ortodoxo e até erudito, mas penso que novos teólogos deveriam ter oportunidade para escrever num periódico que não é da CPAD, é das Assembleias de Deus no Brasil! Fica aí a minha crítica em relação à isso.

     A minha parabenização é quanto aos dois últimos temas trimestrais, o do 4º trimestre de 2011 e o primeiro de 2012. Confesso que gostei muito, considerei pertinentes os assuntos e muito necessários para a Igreja brasileira, especialmente em relação ao 1º trimestre de 2012 que abordará um assunto importantíssimo, a teologia da prosperidade, algo que precisa ser discutido, entendido corretamente e sem dúvida alguma, repudiado pela Igreja no Brasil. O tema será "A Verdadeira Prosperidade - A Vida Cristã Abundante", como você pode ver na capa acima.

     Que Deus possa abençoar grandemente a CPAD, os comentaristas de Lições Bíblicas, os professores de EBD em todo o território nacional, superintendentes e alunos, enfim, todos que fazem parte desta gigantesca escola chamada Escola Bíblica Dominical!

     Abaixo, os treze temas do próximo trimestre:

01 – O Surgimento da Teologia da Prosperidade
02 – A Prosperidade no Antigo Testamento
03 – Os Frutos da Obediência na Vida de Israel
04 – A Prosperidade no Novo Testamento
05 – As Bênçãos de Israel e o que Cabe à Igreja
06 – A Prosperidade dos Bem-Aventurados
07 – "Tudo Posso Naquele que me Fortalece"
08 – O Perigo de Querer Barganhar com Deus
09 – Dízimos e Ofertas
10 – Uma Igreja Verdadeiramente Próspera
11 – Como Alcançar a Verdadeira Prosperidade
12 – O Propósito da Verdadeira Prosperidade
13 – Somente em Jesus Temos a Verdadeira Prosperidade

      Boas aulas,
      Roney Ricardo.



quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Um Livro Que Está Dando o Que Falar - Continuação

     Semana passada um amigo meu, que também é leitor do Blog Fundamentos Inabaláveis, telefonou-me para expressar sua opinião sobre o nosso artigo sobre o livro A Cabana. Ele sugeriu que eu deveria ir mais direto ao ponto, ser mais incisivo. Pois bem, a opinião de um amigo e leitor de nosso blog é importante para mim e considerei a crítica. Portanto, nesta segunda parte do nosso artigo, pretendo ser o mais direto possível. 
     Pois bem, continuando a lista de pontos que considerei errôneos no livro de William P. Young, cito então o segundo ponto que se segue:


2) Na página de número 101, Jesus diz a Mack: "Eu sou o melhor modo que qualquer humano pode ter de se relacionar com Papai ou com Sarayu" ("Papai" e "Sarayu" são dois títulos que o autor usa para identificar o Pai e o Espírito Santo em sua obra - grifo meu). Lembro-me de algo um tanto interessante que um pastor, amigo meu, disse-me tempos atrás:    - "Roney, às vezes estamos pregando heresias sem que nos demos conta disso!" 
Para justificar sua fala, ele citou o seguinte exemplo: 
- "As vezes dizemos que Jesus é semelhante ao Pai", 
e logo em seguida ele mesmo corrigiu a frase 
- "Jesus não é semelhante ao Pai, Ele é igual ao Pai!" 
De fato, a frase que ele citou para mim justifica bem esta questão, pois ela apresenta uma diferença muito sutil, quase imperceptível, mas carregada de significado. Ora, Jesus é igual ao Pai e não apenas semelhante, pois ser semelhante não é a mesma coisa que ser igual. No caso de Jesus e Deus, o autor da epístola aos Hebreus deixa clara esta verdade ao fazer a seguinte afirmação: "O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser, sustentando todas as coisas por sua palavra poderosa. Depois de ter realizado a purificação dos pecados, ele se assentou à direita da Majestade nas alturas" (Hebreus 1.3 na Nova Versão Internacional - note a frase "expressão exata do seu ser"). Caso parecido é o que temos na página 101 de A Cabana. Afirmo com convicção: "Jesus não é o melhor modo de se chegar a Deus e ao Espírito Santo, na verdade Ele é o Único Caminho!" Não há outro caminho e esta é uma verdade patente e irrevogável na teologia do Novo Testamento: "Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus" (1 Timóteo 2.5 - na Nova Versão Internacional). Em João 14.6 Jesus diz: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao pai a não ser por mim". Esta declaração de Jesus é enfática e exclui qualquer possibilidade de se chegar a Deus independente DEle! Jesus mesmo não abre exceção fora de Si mesmo. Ele é o Salvador, de modo que todo aquele que crê NEle tem a vida eterna, e não entra em condenação! (João 5.24 - confira também João 3.16-18). Desse modo, o Senhor Jesus é exclusivo nesse sentido! Quando o autor coloca Jesus dizendo que Ele é "o melhor caminho (e não o único) para se chegar a Deus e ao Espírito Santo" ele acaba abrindo mão de um princípio de fé puro, cristalino, encontrado em abundância nas Sagradas Escrituras.


3) Outro ponto negativo que encontrei em A Cabana é que o autor do livro parece indicar (e isso até com certa clareza para dizer a verdade) que Deus não se preocupa com hierarquias dentro do sistema eclesial. Concordo que em Cristo, somos iguais e que muito abuso tem sido feito por se interpretar isto equivocadamente, mas a hierarquia faz parte sim do sistema eclesial e é amparada pelas Escrituras, não como forma de domínio sobre os mais fracos e de opressão, mas como forma de ordem e de glorificação para Deus. Veja o que diz o autor da epístola aos Hebreus: "Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros" (13.17 na Versão Almeida Revista e Atualizada). Bem, estimado leitor ou leitora, não há como negar à luz deste texto bíblico que Deus se importa sim com hierarquia em sua Igreja. A ideia que a palavra "hierarquia" traz é de comando, liderança, subordinação e respeito aos líderes, e isso faz parte do contexto eclesial em que vivemos.


Considerações Finais. Concluindo nosso artigo sobre o livro A Cabana quero transcrever aqui as palavras do Pastor estadunidense Albert Mohler Jr. em artigo publicado com o seguinte tema: "A Cabana - A Perda da Arte de Discernimento Evangélico"; ele diz: "Ao avaliar o livro, deve-se ter em mente que A Cabana é uma obra de ficção. Contudo, é também um argumento teológico, e isso não pode ser negado. Diversos romances notáveis e obras de literatura contêm teologia aberrante e heresia. A pergunta crucial é se as doutrinas aberrantes são características da história ou são a mensagem da obra. Em A Cabana, o fato inquietante é que muitos leitores são atraídos à mensagem teológica do livro e não percebem como ela conflita com a Bíblia em muitos assuntos cruciais.
Tudo isso revela um fracasso desastroso do discernimento evangélico. Dificilmente não concluímos que o discernimento teológico é agora uma arte perdida entre os evangélicos – e esse erro pode levar tão-somente à catástrofe teológica.
A resposta não é banir A Cabana ou arrancá-lo das mãos dos leitores. Não precisamos temer livros – temos de estar prontos para responder-lhes. Necessitamos desesperadamente de uma redescoberta teológica que só pode vir de praticarmos o discernimento bíblico. Isso exigirá que identifiquemos os perigos doutrinários de A Cabana. Mas a nossa principal tarefa consiste em familiarizar novamente os evangélicos com os ensinos da Bíblia sobre esses assuntos e fomentar um rearmamento doutrinário de cristãos evangélicos.
A Cabana é um alerta para o cristianismo evangélico... A popularidade desse livro entre os evangélicos só pode ser explicada pela falta de conhecimento teológico básico entre nós – um fracasso em entender o evangelho de Cristo. A tragédia de que os evangélicos perderam a arte de discernimento bíblico se origina na desastrosa perda do conhecimento da Bíblia. O discernimento não pode sobreviver sem doutrina". 
Para ter acesso ao artigo na íntegra (o que eu sugiro), é só clicar no link abaixo:
Espero sinceramente que você tenha gostado do artigo. Indique nosso blog a familiares e amigos - essa é uma poderosa arma de divulgação! Deus o abençoe ricamente em Cristo.
Roney Ricardo.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Um Livro Que Está Dando O Que Falar! (Parte 1)

Um Livro Que Está Dando o Que Falar atualmente é o livro A Cabana de autoria de William Paul Young. A obra é uma verdadeira explosão em vendas: já são mais de dez milhões de exemplares vendidos e já foi traduzida para mais de trinta idiomas! De fato, poucos livros atingem um status como esse. A Cabana tem sido muito comentada na internet, alguns elogiando e outros criticando a obra. Sei que o principal público interessado por este livro é o evangélico, é claro, mas a obra apresenta uma linguagem que alcança todas as pessoas e embora discorra sobre a trindade, um assunto bem teológico também, o faz de forma um tanto... eu diria... diferente! Lendo o livro, pude perceber que mesmo uma pessoa sem vínculo com a igreja evangélica haveria de se interessar pelo livro. 
     Muitos livros surgem no cenário editorial evangélico hoje em dia e, embora encontremos muitas obras de excelente qualidade bíblica e teológica, temos à nossa disposição muitas idéias e conceitos doutrinários nem sempre condizentes com a Bíblia, a Palavra de Deus. Precisamos fazer como os bereanos que conferiam a pregação de Paulo com as Sagradas Escrituras: "Todos os dias estudavam as Escrituras Sagradas para saber se o que Paulo dizia era mesmo verdade" (Atos 17.11b na Nova Tradução na Linguagem de Hoje). A aceitação do livro A Cabana por parte do povo evangélico pode evidenciar uma grande necessidade de discernimento bíblico por parte dos evangélicos, atualmente. Faz necessário que examinemos tudo e retenhamos o bem (1 Ts 5.21). Neste artigo, porém, não tenho a intenção de "tirar da mão dos leitores o livro A Cabana", antes, o que proponho é uma reflexão bíblica e teológica sadia a respeito da referida obra. Apresento portanto, a seguir, alguns pontos que devemos considerar em relação à teologia de A Cabana:
1) Reconheço que a obra possui uma linguagem muito atraente e envolvente: não dá vontade de parar de ler o livro! Talvez este seja um dos fatores que contribuem para a aceitação do livro. Mas isso também pode ser um problema: ficamos muitas vezes tão atraídos e envolvidos na leitura de determinado livro que temos dificuldade para sermos analíticos em relação à ele. Por isso, devemos ter cuidado para não acabarmos aceitando tudo que nos é oferecido por determinado autor. O que digo aqui se aplica muito bem à analogia que Young faz em relação à Trindade. Acredito que a intenção do autor foi "trazer a Trindade o mais próximo possível de nós", mas com isso ele acaba afastando seus leitores ainda mais da Santíssima Trindade, apresentando-a de um modo bem exótico e diferente do que está revelado na Bíblia à respeito dela. Young torna as pessoas da Trindade humanas demais, apresentado-as com traços que parecem extrair totalmente sua divindade. Embora eu não tenha dúvida, como outros milhões de cristãos no mundo de que Jesus seja plenamente humano, embora sem pecado, todavia também acredito que Ele é Deus assim como o Pai e o Espírito Santo. Aliás, Ele é a única Pessoa Divina da Trindade que assumiu a natureza humana como afirma João (Jo 1.1-3,14). É interessante notar que quando João fala da encarnação do Verbo, ele está na verdade enfatizando sua divindade! Jesus não deixou de ser Deus ao assumir a forma humana - Ele sempre foi e sempre será Deus! Em determinado momento do livro, Young apresenta Deus ouvindo nos fones de ouvido funk e blues ( ! ) e Ele (ou ela, como ele apresenta Deus no livro) vem "bamboleando" ( ! ) na direção de Mack. É realmente assustador! As manifestações de Deus no Antigo Testamento e também no Novo Testamento foram acompanhadas de grande reverência e temor, nada que se pareça com o que Young apresenta em A Cabana, pelo menos não nesse momento do livro que citei logo acima.
Continua...

domingo, 11 de dezembro de 2011

Visual Futura - Nossa Parceira!

A Excelência do Professor de Escola Dominical

Abaixo, você tem o link da página do site da Assembleia de Deus Missões que contém a plenária do Pastor Claudionor de Andrade, onde ele fala sobre o valor do professor e da professora de Escola Bíblica Dominical. Aliás, todos aqueles que laboram no ministério da educação cristã deveriam assistir o referido vídeo. Não deixe de ver. Pastor Claudionor de Andrade é reconhecidamente um dos maiores teólogos das Assembleias de Deus, hoje.
LINK: http://www.iadcg.org/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=1270&Itemid=2

sábado, 10 de dezembro de 2011

Nosso curso e o MEC - Uma informação Importante

Tendo em mente que o nosso curso atua nas dependências de igrejas locais e atenderá a obreiros e leigos, é importante informar a todos que o nosso curso, por ser de nível básico, não necessita ter o reconhecimento do MEC - Ministério da Educação e Cultura - e na verdade nem pode ter este tipo de reconhecimento, pois o MEC só reconhece curso de bacharel em teologia. Os cursos teológicos de nível médio e básico podem ser oferecidos por institutos como o nosso, desde que atendam, é claro, os requisitos mínimos, como por exemplo, uma quantidade adequada de matérias que atendam à uma grade de curso teológico de nível básico, como é o nosso caso.
Fazemos questão de informar isto, pois alguns irmãos tem perguntado se o nosso curso terá o reconhecimento do MEC, por não estarem à par deste detalhe importante. O curso de nível básico é um curso que visa capacitar internamente, isto é, no âmbito eclesial, obreiros e leigos no conhecimento bíblico e teológico. Se determinado aluno já possui bom conhecimento bíblico e teológico, pode optar por fazer um curso teológico mais avançado, como o bacharel. Isto é uma opção do aluno, é claro. 
O Instituto Bíblico Fundamentos Inabaláveis tem por finalidade atender a igrejas que necessitam de ensino bíblico metódico, continuado, sistemático, alcançando pessoas que não tem nenhum ou quase nenhum conhecimento bíblico e teológico. Daí a necessidade de um curso teológico de nível básico.
Temos também a intenção de sermos o mais transparente possível com os nossos núcleos e alunos, não prometendo jamais o que não podemos oferecer. Que isto fique patente. 
Atualmente, estamos em processo de contato com três convenções das Assembleias de Deus, para tentar receber delas o reconhecimento do nosso curso. No momento, estamos dando os primeiros passos nesse sentido. Por isso, é importante que você, estimado aluno e professor pelo IBFI, esteja a par desta situação, pois quanto a ter o apoio de convenções, estamos sujeitos ao "SIM' e ao "NÃO". Oramos para que possamos conseguir este tipo de apoio, que é muito importante, é claro.
Estaremos também tentando firmar parcerias com outros institutos bíblicos e faculdades, a fim de tentar propiciar algum tipo de benefício para nossos alunos. Mas isto também ainda não é uma realidade para o IBFI. Estamos trabalhando já para isto.
Deste modo, pedimos a compreensão de todos e ajuda em oração para que, como Paulo, possamos então dizer: "porque uma porta grande e oportuna para o trabalho se me abriu" (1 Co 16.9).
Amém,
Em Cristo,
A direção do IBFI.

domingo, 4 de dezembro de 2011

NOSSA GRADE CURRICULAR

Estimado leitor ou leitora, abaixo você tem a nossa grade curricular com 20  matérias. A duração aproximada do nosso curso de nível básico é de um ano e meio. A duração da aula deve ter no mínimo duas horas e no máximo três, com um encontro semanal.


1 – Bibliologia – Bíblia, O Livro Incomparável
2 – Hermenêutica – Entendendo
as Sagradas Escrituras
3 – Homilética – A Arte de Preparar
e Expor Sermões
4 – Escatologia Bíblica – Estamos
Vivendo no Fim dos Tempos?
5 – Apologia Cristã – Em Defesa Da Fé
Uma Vez Dada aos Santos
6 – Heresiologia – Entendendo
 as Seitas e Heresias
7 – Família Cristã
8 – Liderança Cristã
9 – Ética Cristã
10 – Introdução ao Antigo Testamento
11 – Introdução ao Novo Testamento
12 – A Santíssima Trindade
13 – Homem e Pecado
14 – Eclesiologia, A Doutrina da Igreja
15 – Missiologia, A Igreja Fazendo Missões
16 – Geografia Bíblica
17 – História da Igreja
18 – Educação Cristã
19 – Soteriologia, A Doutrina da Salvação
20 – Angelologia, A Doutrina dos Anjos

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Obrigado Sérgio Lopes!

A matéria que vocês lêem abaixo foi extraída do site Gospel Prime (link: http://musica.gospelprime.com.br/sergio-lopes-defende-ana-paula-valadao-e-critica-postura-de-silas-malafaia-e-edir-macedo/) no dia 29 de Novembro de 2011. Temos dois textos abaixo, sendo que o da foto mais abaixo é do próprio Sérgio Lopes. Na minha opinião, uma descrição precisa e sábia do que estamos vendo hoje ser feito por alguns líderes evangélicos de grande expressão na TV que, infelizmente, estão dando um péssimo exemplo. Mas que eles possam tornar-se sensíveis a vontade de Deus e mudar suas posturas negativas:
VAMOS AOS TEXTOS
"O cantor Sérgio Lopes também se manifestou sobre as recentes discussões entre o bispo Edir Macedo e o pastor Silas Malafaia. Mas apesar de fazer parte do quadro de artistas da gravadora Line Records, ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, o cantor não defendeu nenhum dos dois líderes, mas os criticou.
Sérgio acredita que essas afrontas é um desperdício de tempo já que esses dois pastores  pagam caro por esses espaços que deveriam servir para falar da palavra de Deus.
“Alguns homens tem o poder da mídia nas mãos. Homens que podem perfeitamente usar esse poder para ajudar a corrigir os vícios morais da nossa nação”, escreveu.
Sérgio Lopes é um dos cantores mais renomados do gospel, podendo ser considerado como um dos precursores do estilo. Por sua vivência no meio ele aproveita para defender Ana Paula Valadão que foiacusada pelos bispos da IURD de ser endemoniada. ”Enquanto isso, um dos gigantes da comunicação faz declarações absurdas contra uma mulher de Deus como a Ana Paula Valadão, que sempre fez a sua parte como serva de Deus, que entende seu lugar e faz o que pode para diminuir como pessoa e ver o evangelho crescer em sua nação e fora dela.”
Na visão do cantor essas trocas de farpas que aconteceram depois que essas notícias se espalharam parecem “duas crianças disputando para ver quem grita mais alto no playground antes do síndico chegar e mandar calar a boca”. Nas palavras dele, o sindico seria o próprio Deus.
“No fundo, os pastores de toda a nação, se pudessem dizer alguma coisa para esses meninos briguentos, seria apenas um sisudo e sonoro ‘shhhhh’!”.
O texto foi postado no dia 24 de setembro, mas o cantor voltou atrás e apagou a postagem.
Fonte: Gospel Prime"

Para Uma Reflexão Teológica Sobre a Falsa Teologia da Prosperidade

Vivemos um tempo em que se fala muito sobre prosperidade material, especialmente em alguns programas evangélicos de TV. Pastores e líderes evangélicos de grande expressão no Brasil ajudam a propalar a já conhecida Teologia da Prosperidade através dos meios de comunicação de que eles dispõem. E é claro, isto acaba refletindo nos nossos púlpitos, especialmente no momento das ofertas, quando aquela "condição" infeliz é proposta no púlpito: aqueles que aceitam o desafio de ofertar o máximo que puderem, serão também abençoados ao máximo. Bem, seguindo essa ideologia, Jesus enganou-se terrivelmente quanto àquela viúva que ofertou algumas moedinhas, de pouco valor, pois era o que ela tinha. Mas o teólogo da prosperidade poderá dizer: mas ela ofertou tudo o que tinha! É verdade, mas vocês, os teólogos da prosperidade, parecem ignorar o fato de que muitos em nossos templos sobrevivem com muito pouco e se esquecem da recomendação de Paulo aos Coríntios de que eles deveriam ofertar conforme a sua própria condição!
Querido(a) internauta, veja este vídeo e tire suas próprias conclusões sobre esse pseudoevangelho:




Roney Ricardo.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Nossa logomarca - agradecimentos ao amigo e parceiro do IBFI Elias Mendonça, responsável pela criação da logo.

EXPLICAÇÃO DA LOGO
Quando solicitei ao irmão Elias que criasse uma logo para o nosso  instituto bíblico, pedi que ele usasse a imagem de colunas - para dar a ideia de firmeza, de solidez e de algo seguro e inamovível - e enviei também o texto bíblico que você lê embaixo, justificando a ideia: os fundamentos bíblicos são inabaláveis! Bem, como disse Jesus: "Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar" - Mateus 24.35

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A Bíblia e o seu valor

A  BÍBLIA  E  O  SEU  VALOR
            Sem dúvida alguma a Bíblia é o Livro dos livros. O seu valor é inestimável, tanto para o leitor individual como para todos os povos e toda a humanidade.
            A Bíblia é verdadeira, aliás, ela é a verdade de Deus revelada ao homem. A Bíblia é a maior jóia da literatura mundial, estando à frente de todos os demais livros produzidos ao longo da História humana. Ela é a nossa bússola no mar muitas vezes tempestuoso de nossas vidas. Ela é o rochedo firme e inamovível no qual podemos estar firmados em meio a tanto caos e destruição a nossa volta. Ela é um farol que brilha em meio a uma sociedade sem Deus que jaz em densas trevas. Ela é inquestionavelmente a Palavra de Deus, embora muitos teólogos (teólogos!?) questionem isso. Nela, Deus fala com o homem, Deus fala em favor do homem, Deus fala através de homens, Deus fala como homem, mas é sempre Deus Quem fala.
            Passamos a alistar algumas frases notáveis de homens que se tornaram notáveis no decurso do tempo. Temos muito a aprender a respeito da Bíblia com as frases transcritas a seguir:
“Sem a Bíblia, este mundo seria, de fato, um lugar triste e assustador, destituído de qualquer farol indicativo” – Billy Grahm
“Dos grandes homens do mundo, meus contemporâneos, tenho conhecido noventa e cinco, e desses, oitenta e sete foram seguidores da Bíblia. A Bíblia assinala-se por uma peculiaridade de origem. Uma distância imensurável separa-a de todos os outros livros” –                         W. E. Gladstone
“Impossível é governar bem o mundo sem Deus e sem a Bíblia” –         George Washington
“Estude a Bíblia para ser sábio; creia na mesma para ser salvo; siga seus ditames para ser santo” – Donald G. Barnhouse
“Há mais indícios seguros da autenticidade na Bíblia do que em qualquer história profana” – Sir Isaac Newton
“A Bíblia é a expressão mais verdadeira que, em letras do alfabeto, saiu da alma do homem, mediante a qual, como através de uma janela divinamente aberta, todos podem fitar a quietude da eternidade e vislumbrar seu lar longínquo, há muito esquecido” – Thomas Carlyle
“A Bíblia é a Geografia da alma” – A. B. Langston
“Qualquer que seja o mérito de alguma coisa escrita por mim, deve-se tão só ao fato de que, quando eu era menino, minha mãe lia todos os dias para um trecho da Bíblia, e cada dia fazia-me decorar uma parte dessa leitura” – John Ruskin
            Concordo com tudo o que foi dito acima a respeito do Livro Santo, a Bíblia Sagrada. Aliás, tenho experimentado em minha própria vida os efeitos benéficos da leitura, estudo e observância dos princípios bíblicos. E você, leitor ou leitora, evangélico ou não, tem feito assim?
            Espero que você tenha gostado deste artigo.
            Deus o abençoe!
            Em Cristo,
            Roney Ricardo.

irmão Roney recebe apoio do Ministério Amigos Verdadeiros São Para Sempre em sua palestra sobre TV, Internet e Mensagem Subliminar

http://youtu.be/A_ir5LA1Jqk